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domingo, 13 de janeiro de 2013

Um ótimo meio para Lavagem de Dinheiro

Governo concede passaporte diplomático a líder da Igreja Mundial

O governo autorizou os líderes da Igreja Mundial do Poder de Deus a receberem passaporte diplomáticos do Ministério das Relações Exteriores. O apóstolo Valdemiro Santiago de Oliveira e sua mulher, Franciléia de Castro Gomes de Oliveira, receberam o documento, de acordo com o "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (14). A portaria é assinada pelo ministro interino Ruy Nunes Pinto Nogueira.

O documento permite acesso a fila de entrada separada em alguns aeroportos e facilita a obtenção de vistos em alguns países que o exigem. O tratamento tende a ser menos rígido que o dado a brasileiros com passaporte comum. Mas a assessoria do Ministério das Relações Exteriores afirma que a posse do documento não garante nenhum tipo de imunidade diplomática ou privilégio em regiões aduaneiras.

Helio Hilarião - 6.mai.12/Folhapress

Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial

Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial

Conhecido como apóstolo Valdemiro, o ex-bispo da Igreja Universal do Reino de Deus rompeu em 1997 com Edir Macedo para abrir sua própria denominação, a Igreja Mundial do Poder de Deus.

De acordo com a pasta, tradicionalmente, o documento é dado a cardeais da Igreja Católica. Por isso, o Itamaraty também concede o benefício a representantes de outras religiões.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a própria denominação é responsável por indicar os dois líderes que poderão receber o passaporte diplomático. As instituições devem entregar os documentos ao órgão, que analisa "caso a caso se o documento será concedido". O Itamaraty também infomou que para que o pedido seja aprovado é necessário que a instituição execute "uma atividade que justifique o trabalho no exterior".

Para fundamantar o pedido, a Igreja Mundial afirmou que pretender dar continuidade ao trabalho já desenvolvido no país pela instituição no exterior.

As regras para a concessão deste tipo de passaporte são definidas pelo Decreto 5.978, de 4 de dezembro de 2006. O documento é concedido a presidentes, vices, ministros de Estado, parlamentares, chefes de missões diplomáticas, ministros dos tribunais superiores e ex-presidentes.

Segundo o Itamaraty, o documento dado aos bispos é justificado no 6º artigo do decreto, que permite o passaporte "às pessoas que, embora não relacionadas nos incisos deste artigo, devam portá-lo em função do interesse do país".

Procurado pela reportagem, o bispo Valdemiro não concedeu entrevista à Folha até a publicação dessa notícia.

Todos os direitos reservados: FOLHA UOL

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Sistema unificado dos cartórios vai evitar lavagem de dinheiro

Edição do dia 02/01/2013 02/01/2013 21h18 - Atualizado em 02/01/2013 21h18 JN

CartorioA partir desta quarta-feira (2), os oito mil cartórios de notas do país são obrigados a incluir todas as escrituras e procurações em uma central de dados compartilhados pelas autoridades.

Começou a funcionar nesta quarta-feira (2), nos cartórios de todo o país, um sistema unificado que vai permitir troca de informações e assim evitar transações fraudulentas e lavagem de dinheiro.

Comprou um imóvel e fez a escritura? Agora, a polícia, o Ministério Público e a Justiça em todo Brasil vão ter acesso a essas informações pela internet. A partir desta quarta-feira (2), os oito mil cartórios de notas do país são obrigados a incluir todas as escrituras e procurações na Censec, uma central de dados compartilhados pelas autoridades.

O sistema já funcionava em São Paulo e foi estendido para os outros estados por determinação do Conselho Nacional de Justiça.

Os cartórios terão mais quatro anos para incluir os dados das escrituras e procurações antigas, feitas a partir de 2006. Um sistema como esse já existe em países como Espanha e Itália. No Brasil, ele faz parte da estratégia nacional de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.

Agora, vai ficar mais fácil detectar esses crimes. Imagine um fraudador que compra um imóvel em São Paulo para lavar dinheiro. Como a origem dos recursos é ilegal, ele faz a escritura no nome de um terceiro, um laranja. Em outro estado, Amazonas por exemplo, o laranja faz uma procuração que dá ao fraudador o direito de vender o imóvel. Antes do sistema, se procurasse os cartórios de São Paulo, a Justiça não saberia da procuração nem do fraudador. Agora, o juiz vai saber que ele participou do negócio. Basta uma pesquisa no computador com o nome, o CPF ou o RG do criminoso.

Ubiratan Guimarães, presidente do Conselho Colégio Notarial do Brasil explica: “A punição sempre vem depois de se fazer uma investigação bem feita. Quando não se pode investigar adequadamente a existência do crime, a punição fica mais difícil. Através da pesquisa dos atos praticados nos cartórios de notas a punição poderá ser muita mais efetiva”.

Para combater os crimes, o governo também vai instalar este ano mais doze laboratórios de tecnologia contra lavagem de dinheiro. Hoje, são 16. Com autorização da Justiça, funcionários cruzam ligações telefônicas e transferências bancárias de suspeitos. Desde 2008, já foram identificados R$ 17 bilhões de origem ilegal.

“Nossas estruturas do estado têm tido mais condições de identificar esses montantes de lavagem de dinheiro e também dessas práticas que atingem o erário público fazendo com que essas ações se tornem mais visíveis e o próprio sistema de justiça tenha mais possibilidade de condenações”, diz Paulo Abrão, secretário Nacional de Justiça.

Picture Source: Google Search.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Anti-money Laundering Compliance

Compliance11AML Compliance (Anti-money Laundering Compliance, em inglês) caracteriza-se pelo conjunto de processos e políticas desenvolvidos dentro de uma instituição financeira com a finalidade de combater e prevenir a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento da Atividade Terrorista, por meio da conformidade com Leis, Normas e Políticas de combate ao crime financeiro.
Bancos, fundos de investimentos, trading, cooperativas de créditos e qualquer instituição de valores mobiliários estão sujeitos à realização desses processos e de se submeter às Políticas de AML Compliance.
Geralmente estas instituições funcionam sob as legislações de cada país e estão subordinadas aos seus respectivos Bancos Centrais, seguindo e aplicando Leis e Normas das FIUs (Finance Intelligence Units) que são as Unidades de Inteligência Financeiras responsáveis pelo monitoramento de atos ilícitos relacionados à lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista.
No Brasil, essa atividade é geralmente conhecida como PLD (Prevenção à Lavagem de Dinheiro) e está submetida ao COAF (Conselho de Controle das Atividades Financeiras), órgão (FIU) responsável pelas Políticas, Normas e Resoluções de combate à Lavagem de Dinheiro. O COAF, órgão do Ministério da Fazenda estrutura-se na forma de um colegiado entre 12 orgãos públicos e autarquias institucionais, Banco Central do Brasil, Ministério da Justiça, Ministério da Previdência Social, Secretária da Receita Federal, CVM (Comissão de Valores Mobiliários), SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), Controladoria-Geral da União, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, ABIN (Agência Brasileira de inteligência) Ministério das Relações Exteriores, Polícia Federal do Brasil e Ministério da Fazenda.
O COAF faz parte da FATF (Financial Action Task Force) ou – GAFI (Grupe d’Action Financière) órgão intergovernamental de combate à Lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista composto por 36 países e responsável pelas FATF Recommendations, documento Padrão Internacional de Prevenção e Combate à Lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista.
Este documento é um conjunto de 40 recomendações que conjugam um Padrão Internacional sob o qual estão submetidas 180 jurisprudências. É a partir dessas recomendações que cada país cria suas jurisprudências de Combate à Lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista.
No Brasil a Lei em voga é a Lei 12.683 de julho 2012 que “Altera a Lei no 9.613, de 3 de março de 1998, para tornar mais eficiente a persecução penal dos crimes de lavagem de dinheiro.”AML Money Laudering
Em obediência a Lei 12.683, toda instituição financeira como Bancos Comerciais, Bancos de Investimentos, Fundos de investimentos, Corretoras de Valores Mobiliários, Caixas Econômicas, Cooperativa de Créditos, entre outras, devem criar políticas e processos de identificação, prevenção e combate ao crime de Lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista.
Isto significa dizer, monitorar por meio de processos KYC Know Your Customer (Conheça seu Cliente) atividades suspeitas ou a ligação de pessoas físicas ou jurídicas com o crime organizado ou que possam estar colocando dentro do Sistema Financeiro Nacional, dinheiro advindo de atividades ilícitas como Corrupção, Tráfico de Drogas, Evasão de Divisas, Sonegação Fiscal, Suborno, Fraudes ou de qualquer outra infração penal, conforme generaliza o Artigo 1º da Lei 12,683, “Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal”.
AML Compliance, portanto, significa manter a instituição financeira em conformidade com os Padrões Internacionais, bem como com a jurisprudência local no Combate e Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Financiamento da Atividade Terrorista, sob o risco de ser enquadrada judicialmente e penalmente como participe do crime ou facilitador dele.
money laundering brazil









Canada Bank Bonds, China Internet, Ukraine Bank: Compliance

By Carla Main - Dec 26, 2012 3:01 AM GMT-0200

canadian_currencyCanadian banks issued a record amount of domestic debt this year as they rushed to get ahead of new rules that will make issuing subordinated bonds costlier as of next month.

Lenders such as Royal Bank of Canada and Canadian Imperial Bank of Commerce sold C$31.6 billion ($31.8 billion) in domestic bonds this year, or 11 percent more than in 2011 and the most in Bloomberg League Tables dating to 1999. So far in December, banks sold C$4.6 billion in bonds, more than double the amount from the same period last year, the data show.

Borrowing accelerated before rule changes take effect that will change the way regulators treat callable subordinated debt, which banks use to build capital provisions. Beginning Jan. 1, Canadian banks will no longer be able to issue subordinated notes as so-called Tier 2 securities, part of a system where lenders classify capital depending on the ability of the bonds to absorb losses.

Next year’s issuance of debt by the country’s eight largest banks will fall as much as 20 percent, said John Aiken, an analyst in Toronto at Barclays Plc. (BARC) Although banks aren’t restricted from issuing subordinated debt, it won’t be as economical for them to do so, he said.

Canada’s banking regulator released final Basel III capital adequacy rules this month that aim to bring the country’s lenders into line with new global standards beginning next year.

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Compliance Policy

Dodd-Frank Swap Rules Delayed Six Months for Overseas Trades

The largest Wall Street banks and foreign-based financial companies won a six-month delay in some swap regulations for overseas trades, even as they must begin registering with U.S. regulators by year-end.

The Commodity Futures Trading Commission, the main U.S. derivatives regulator, voted 4-1 to leave the registration deadline in place while providing a delay until July 12 for capital and other requirements for overseas operations of JPMorgan Chase & Co. (JPM), Goldman Sachs Group Inc. (GS) and other banks, the agency said in a statement. The CFTC also reduced the number of overseas offices immediately registering.

The international reach of CFTC swap rules has been one of the most controversial elements of the agency’s Dodd-Frank Act rules, prompting opposition from financial companies. The agency has also faced criticism from European and Asian regulators over the reach of a rule requiring trades to be guaranteed at clearinghouses and traded on exchanges or other platforms.

The CFTC is working with international regulators to determine when overseas rules can be used to substitute compliance with Dodd-Frank measures.

Under the exemption order, foreign-based banks and overseas operations of U.S. banks don’t need to count trades they have with non-U.S. clients to determine whether they cross the threshold requiring registration with the CFTC. The agency also sought additional public comment on how to define U.S. entities and foreign branches of U.S. companies.

Dennis Kelleher, CEO of Better Markets, a Washington-based organization advocating stricter financial regulation, said the delay fails to protect U.S. taxpayers.

China Web Stocks Sink on State Rules as E-House Jumps

Chinese equities fell Dec. 24 in New York, after posting the longest stretch of weekly gains since October, as concern the government will take stricter measures to control the nation’s online access sent Internet stocks lower.

The Standing Committee of the National People’s Congress, China’s lawmaking body, will decide this week on proposed legislation that would require Web users to register their real names to gain Internet access, the Xinhua news agency reported Dec. 23. Sina Corp. (SINA), owner of the Twitter-like Weibo service in China, dropped the most in three weeks andSohu.com Inc. (SOHU) retreated from a six-month high. E-House China Holdings Ltd. (EJ)surged the most in two weeks.

The People’s Daily newspaper, published by the ruling Communist Party, has featured during the past week front-page editorials calling for more regulation of the Web, saying the “chaotic Internet” needs to be controlled.

The iShares FTSE China 25 Index Fund, the biggest Chinese exchange-traded fund in the U.S., also declined. The ETF has risen 12 percent this year.

Japan May Expand List of High-Capital Banks, Nikkei Says

Japan may expand its list of banks it requires to maintain high levels of capital, Nikkei reported, without attribution.

Major trust banks, including Sumitomo Mitsui Trust and Norinchukin, would be added to the list of Japanese banks required to maintain the higher levels, according to the Nikkei report. The proposal recommends a capital ratio 0.5 point higher than regular banks for the newly designated banks, to be phased in beginning in 2016.

Mitsubishi UFJ, Mizuho Financial, Sumitomo Mitsui Financial are on the G-20 list of 28 global banks that are to have the 2.5 point surcharge.

Japan’s Financial Services Authority next year will start evaluation of banks to determine the list.

Russia Plans Tax Law for Off-Shore Projects, Vedomosti Says

Russian government ministries approved a draft tax law for companies working on the continental shelf, Vedomosti reported, citing an unidentified government official.

The law may be signed by year-end. The draft law doesn’t contain the amendment proposed by the Natural Resources Ministry that had added a profit tax for offshore projects, the newspaper reported, citing Deputy Minister Denis Khramov. The newspaper said Khramov didn’t elaborate.

The draft included all of the government’s proposed tax incentives, the paper reported, citing Deputy Energy Minister Pavel Fedorov.

Companies will pay a mineral extraction tax at five to thirty percent of the oil price, will be guaranteed a stable tax regime for 15 years, and will get tax benefits, according to draft law.

Compliance Action

SouthGobi Says Mongolia Corruption Probe to Look At Licensing

SouthGobi Resources Ltd. (SGQ) said the Mongolian Independent Authority Against Corruptionis continuing its investigation into historical licensing issues, according to a statement to the Hong Kong stock exchange.

The Authority will investigate divestment of SouthGobi licenses to third parties and the involvement and conduct of government officials. SouthGobi said the authority has concluded its questioning of its chief legal counsel Sarah Armstrong, and she is no longer a suspect.

SEC Puts Off Decision on BlackRck’s Copper ETF to February

The Securities & Exchange Commission, the U.S. regulator, delayed a decision to approve or disapprove BlackRock Inc. (BLK)’s proposed copper exchange-traded fund from Dec. 24 to Feb. 22.

More time is needed to consider comments submitted, the SEC said in a notice dated Dec. 21 on its website. NYSE Arca Inc. had filed on June 19 a request to list the iShares Copper Trust, sponsored by BlackRock Asset Management International Inc., the SEC said.

Melissa Garville, a spokeswoman for BlackRock in New York, declined to comment Dec. 24 on the SEC’s decision.

JPMorgan Chase & Co. won regulatory approval for the first U.S. ETF backed by physical copper, according to an SEC order on its website date Dec. 14. The regulator accepted the proposal amid remarks from some industrial users that the product may disrupt the copper market.

Comings and Goings

Ukraine Central Banker Joins Government Amid IMF Loan Talks

Ukrainian President Viktor Yanukovych promoted central bank chief Serhiy Arbuzov to first deputy premier as the government seeks its third bailout loan from the International Monetary Fund since 2008.

Serhiy Arbuzov, who led Natsionalnyi Bank Ukrainy since December 2010, will be responsible for the country’s finances and economy, as well as trade, social, tax and agricultural policies, Yanukovych said in a decree posted on his website Dec. 24. Ihor Prasolov, who was head of the central bank’s advisory council, was appointed economy minister.

The country’s legislature approved Mykola Azarov’s return as prime minister on Dec. 13, after he resigned earlier in the month due to his election to parliament.

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El-Erian Named by Obama to Lead U.S. Global Development Council

President Barack Obama will appoint Mohamed El-Erian, the chief executive officer of Pacific Investment Management Co., to head the U.S. global development council.

El-Erian, who shares the title of co-chief investment officer of Newport Beach, California-based Pimco with Bill Gross, will be chairman of Obama’s global development council, which was created earlier this year to advise the president on ways to promote economic development and good governance in countries all over the world, according to a Dec. 21 statement from the White House. El-Erian, 54, will head the council as a member of the private sector and his role at Pimco won’t change.

El-Erian coined the “new normal” phrase in 2009, which describes an era of lower returns, heightened government regulation, diminishing U.S. clout in the world economy and a bigger role for developing nations. He is the author of “When Markets Collide,” a 2008 New York Times bestseller, and regularly writes commentaries on topics ranging from the global economy to education.

Congressman McHenry to Lead House Investigations Subcommittee

Congressman Patrick McHenry, a Republican from North Carolina, was chosen to lead the House Oversight and Investigations Subcommittee in the 113th Congress, according to a statement on his website.

The appointment was made by the incoming chairman of the Financial Services Committee, Congressman Jeb Hensarling, a Republican from Texas.

As chairman, McHenry “will provide oversight of the Federal Reserve, Treasury, the Federal Deposit Insurance Corporation, the Securities and Exchange Commission, the National Credit Union Administration, the Office of the Comptroller of the Currency, the Department of Housing and Urban Development, the Federal Housing Finance Agency, and the Export- Import Bank,” according to the statement.

To contact the reporter on this story: Carla Main in New Jersey at cmain2@bloomberg.net.

To contact the editor responsible for this report: Michael Hytha at mhytha@bloomberg.net.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Regras de prevenção à lavagem de dinheiro são publicadas

Do G1

money laundering brazilResolução também têm regras para coibir financiamento do terrorismo. Normas começam a valer a partir de março de 2013.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) publicou nesta sexta-feira (21), no "Diário Oficial da União", regras de prevenção ao crime de lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. A resolução entra em vigor em março de 2013.

Em julho, foi sancionada a lei que reforça o combate ao crime de lavagem de dinheiro, que determina que recursos obtidos por meio de qualquer infração penal e ocultados serão considerados ilegais. A punição prevista continua sendo de 3 a 10 anos de prisão e a multa, que antes chegava a no máximo R$ 200 mil, poderá alcançar R$ 20 milhões.

A resolução publicada nesta sexta determina que empresas de qualquer modalidade devem observar as normas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, que estabelecem, principalmente, procedimentos e controles de identificação de negócios e operações realizadas que envolvam compra ou venda de bens ou prestação de serviços.

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Para isso, empresas devem adotar diversos procedimentos, entre eles a identificação e a realização de diligência para a qualificação dos clientes e demais envolvidos em operações realizadas; a obtenção de informações sobre o propósito e a natureza da relação de negócios; a identificação do beneficiário final das operações realizadas; a identificação de operações ou propostas de operações suspeitas.

As regras determinam que sejam considerados clientes de risco pessoas jurídicas cujo beneficiário final não puder ser identificado ou cuja identificação for difícil ou onerosa. Também é considerado de risco o cliente que for representado por terceiros ou cuja diligência não puder ser completada.

Em razão disso, a resolução determina que o contratante adote procedimentos de verificação das informações do cliente, a fim de avaliar suspeitas em propostas ou operações. Quando a identificação não for possível, o contratante deverá adotar procedimentos adicionais de verificação, principalmente se houver dúvidas quanto às informações do cadastro ou a suspeita de prática de crimes. 

Donos de empresas também deverão manter registro de todos os serviços que prestarem e de todas as operações que realizarem.

O cadastro dos clientes deverá constar de informações sobre contrato social, valor do capital, tempo de existência, atividades efetivamente desenvolvidas, tempo de operação, endereço, demonstrações contábeis, instalações, quantidade de empregados, sócios, representantes e procuradores da empresa, entre outras atividades desenvolvidas, entre outros.

Os cadastros dos clientes deverão ser mantidos por cinco anos, contados do encerramento da relação contratual com o cliente.

Picture Source: http://www.flickr.com/photos/speedesign/

Anti-Money Laundering: A Multi-Billion Dollar Problem

By Reetu Khosla on Bank System Technology DECEMBER 21, 2012

KYC1It’s Time for Banks to Get More Serious about AML Efforts

 

The high cost of compliance and enforcement of anti-money laundering violations has led large global financial institutions to re-evaluate both their processes and systems. It has grown into a complex and widespread problem that has cost banks billions in regulatory fines. Anti-Money Laundering (AML) — now covering everything from securities fraud to suspicious money movement — affects practically all global financial services organizations in one way or another, and this is a trend that will likely continue. Already, several FIs have been hit with hefty fines or have had to earmark funds to cover potential settlements.

Offshore tax havens, Ponzi schemes, sanctions violations and collusion have proven to be worthy adversaries of enforcement efforts. While there are several reasons why this has come to fruition, a significant reason why it’s blossomed is its complexity. Giving employees information to identify potential links between seemingly unrelated events is difficult, especially if you have to do it across literally hundreds of transactions. The problem is exacerbated when those transactions take place in different countries and involve many different people, accounts and events.

Historically, banks and other providers of financial products and services have taken the approach of doing ‘just enough’ to meet regulatory demands and ‘just in time’ to avoid penalties for non-compliance. They know that many of their Know Your Customer (KYC) processes and rules need to be updated. Many FIs have loose internal controls around KYC or processes that can be bypassed, or they are isolated to the back-office and have an impact on time to on-boarding. But there are dueling priorities, including regulatory obligations and time to revenue. AML compliance brings a huge financial burden on the financial institution as it’s a cost center and the risk is very high for non-compliance. However, taking a manual, decentralized approach to compliance is no longer sustainable, especially considering the sheer magnitude of new regulatory demands. Financial institutions need to identify global practices that also allow for a risk-based approach which take into account variations in risks by customer, product and country specific requirements. Many financial institutions are taking a closer look at how to manage complex global KYC processes to not only ensure compliance in multiple lines of business, geographies and products, but also to minimize the impact on the customer experience and time to on-board them.

While there is no silver bullet to managing all risk within any organization, there are proven technology platforms that can provide benefits well beyond compliance. The most effective ones allow for specialization by country, product and risk specific requirements without replacing existing back-end systems. Advanced, agile technologies can provide an over-arching platform that integrates tightly with existing applications, maximizing previous technology investments. For instance, rules-driven KYC technology cannot only ensure compliance to complex global, regional and product specific regulatory requirements, but it can be leveraged for faster on-boarding, obtaining a 360-degree customer view and ultimately faster time to revenue. Large-scale global financial services firms have complex compliance needs, and in order to meet these challenges head-on, they must embrace advanced technology which features dynamic case management combined with rules. The technology must be agile enough to change as rules and risks change, including acquisitions, new product offerings and new geographies.

Taking this transformative approach enables compliance efforts to become more efficient, and just as importantly, tailored to specific geographic and business needs. For example, a global financial services institution might have to comply with a different set of laws in Europe than in Asia Pacific and the U.S. Agile, rules-driven technology provides a platform to look at risk holistically and meet multiple regulatory requirements on one platform. For instance, many global institutions are utilizing rules-driven KYC technology to not only meet AML-specific KYC requirements, but also KYC-specific suitability requirements such as MiFID in Europe and FINRA rules in the U.S. In either geography, the technology should be agile enough to meet new regulatory demands such new Foreign Account Tax Compliance Act (FATCA) requirements on the same platform through simply extending to new requirements. Unified KYC technology can not only ensure compliance; it also ensures the same customer has consistent due diligence, risk rating and disposition while significantly improving the customer experience and time to revenue.

Complex global financial institutions now realize implementing unified, agile technology is the only sound approach to meet ever-increasing regulatory demands, while maintaining costs and reducing customer impact. We will undoubtedly see more and more institutions follow this methodology as they look to hurdle these compliance challenges.

Reetu Khosla is the Director of Risk, Fraud and Compliance Solutions, at Pegasystems

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Dinheiro sujo" priva países em desenvolvimento de US$ 6 tri, diz ONG

Por Stella Dawson 18 de dezembro de 2012 REUTERS

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WASHINGTON, 18 Dez (TrustLaw) - A criminalidade, a corrupção e a sonegação fiscal custaram quase 6 trilhões de dólares aos países em desenvolvimento na última década, e a quantia continua crescendo, principalmente na China, disse uma entidade fiscalizadora em um novo relatório divulgado na segunda-feira

.

A China foi a origem de quase metade dos 858,8 bilhões de dólares em "dinheiro sujo" transferidos para paraísos fiscais e bancos ocidentais em 2010, o que representa mais de oito vezes mais do que os segundos colocados, Malásia e México. O fluxo total de valores ilícitos cresceu 11 por cento em relação ao ano anterior, segundo a ONG Integridade Financeira Global (GFI), com sede em Washington.

"Somas astronômicas de dinheiro sujo continuam fluindo do mundo em desenvolvimento para paraísos fiscais ‘offshore' e bancos de países desenvolvidos", disse Raymond Baker, diretor da ONG.

"Os países em desenvolvimento sofrem uma hemorragia de cada vez mais dinheiro, num momento em que nações ricas e pobres tentam igualmente estimular o crescimento econômico. Este relatório deve ser um toque de alerta para aos líderes mundiais para que se faça mais para resolver essas saídas nocivas", afirmou Baker.

Índia, Nigéria e Filipinas entraram neste ano para o "top 10" da fuga de capitais ilícitos. Todos os países nesse grupo enfrentam graves problemas de corrupção, e na maioria deles há também vastas desigualdades sociais e problemas de segurança interna.

Os líderes do G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) cada vez mais discutem formas de reprimir a lavagem de dinheiro, o sigilo bancário e brechas tributárias, a fim de evitar que a corrupção e outros crimes esvaziem os cofres dos países em desenvolvimento.

Para que se tenha uma ideia do volume envolvido, a cada dólar de ajuda internacional direta, dez dólares saem dos países em desenvolvimento.

A China perdeu 420,4 bilhões de dólares em 2010, e o total em uma década chega a 2,74 trilhões de dólares.

Ciente do impacto desestabilizador da corrupção, os líderes chineses decidiram agir. O presidente Hu Jintao recentemente alertou que a corrupção poderá destruir o Estado chinês e seu regime comunista.

"Nosso relatório continua demonstrando que a economia chinesa é uma bomba-relógio", disse Dev Kar, economista-chefe da GFI, que compilou o relatório. "A ordem social, política e econômica naquele país não é sustentável em longo prazo, dada a enorme fuga de quantias ilícitas."

British banks pay big for BSA/AML violations

Dorsey & Whitney LLP Greg Pulles and Brent YlvisakerUnited Kingdom, USA

December 18 2012 from ACC Association for Corporate Counsels

fincen_logo_300x220Two British banks recently agreed to pay significant penalties to settle allegations of violations of the Bank Secrecy Act and U.S. sanctions programs, with deficiencies in each bank’s Bank Secrecy Act/anti-money laundering (“BSA/AML”) compliance program underlying each case. On December 10, Standard Chartered Bank (“SCB”) reached a $132 million settlement with the Office of Foreign Assets Control (“OFAC”). On December 11, HSBC reached a collective settlement with the Financial Crimes Enforcement Network, the Department of Justice, OFAC, the Federal Reserve Board and the Office of the Comptroller of Currency, with penalties assessed against HSBC totaling more than $1.9 billion.

The SCB settlement arose primarily out of SCB’s dealings with Iranian banks and entities. OFAC’s director states the SCB settlement was the result of an investigation into SCB’s “attempts to violate U.S. sanctions programs through the ‘stripping’ from payment messages of critical information.” OFAC alleged that SCB had interfered with the implementation of U.S. economic sanctions through such practices as “omitting or removing material references to U.S.-sanctioned locations or entities from payment messages sent to U.S. financial institutions,” “replacing the names of ordering customers on payment messages” and “sending payment messages to or through the United States without references to locations or entities implicating U.S. sanctions.”

SCB’s London office had released a Quality Operation Procedure which instructed London payments staff on the omission of the bank identifying code of Iranian remitting banks and had instructed staff to use cover payment to effect Iranian bank payments. As early as 2005, SCB’s head of legal compliance had expressed concern over these procedures. SCB’s Dubai office operated USD accounts for a number of Iranian banks and customers and “did not have adequate controls in place to prevent prohibited payments from being sent through the United States . . . nor did it have adequate controls in place to ensure” payments contained the information necessary for U.S. correspondents to assess the transfers. Electronic funds transfers were also processed for the benefit of persons in Burma, Sudan and Libya and for “specially designated narcotics traffickers.” SBC voluntarily disclosed the apparent violations and cooperated with OFAC in conducting a historical review of transactions.

The settlement against HSBC represents the largest bank settlement in U.S. history. HSBC was accused of “deliberately channel[ling] hundreds of millions of dollars” of prohibited transactions through its U.S. arm by “laundering money from Mexican drug trafficking and processing banned transactions on behalf of Iran, Libya, Sudan and Burma.” U.S. Assistant Attorney General Lanny Breuer characterized HSBC’s conduct as “stunning failures of oversight.” Federal regulators found that HSBC had “failed to adopt and implement a program that adequately covers the required BSA/AML program elements, including, in particular, internal controls for customer due diligence, procedures for monitoring suspicious activity, and independent testing” and had “severely understaffed its AML compliance function.”

Some of the “critical deficiencies” in HSBC’s compliance program highlighted by federal regulators include:

  • Excluding wire transfers initiated from customers in countries risk rated as “standard” or “medium” from its automated BSA/AML monitoring. 
  • Inadequate collection and analysis of customer due diligence (“CDD”) information, including not collecting or maintaining CDD or enhanced due diligence information for Group Entities. 
  • Not performing BSA/AML monitoring for banknote transactions with Group Entities (HSBC’s foreign affiliates). 
  • Inadequate monitoring of the accounts and funds transfer activity of Group Entities and correspondents. 
  • Unwarranted reliance on Group Entities following HSBC’s BSA/AML policies. 
  • Not appropriately designating customers as “high-risk” for purposes of BSA/AML monitoring. 
  • Failing to report suspicious activity on time, caused by inadequate procedures to ensure the timely reporting of suspicious activity and inadequate staffing and procedures in the alert investigations unit that resulted in a significant backlog of alerts. 
  • The closure of alerts based on ineffective review.

A “look-back” review of account and transaction activity resulted in the late-filing of 890s SARs concerning activity in the amount of $6.34 billion. Federal regulators stated that HSBC “benefited from [the BSA/AML] violations of law by conserving funds it should have expended in order to maintain a robust BSA/AML compliance program.” HSBC has now spent more than $200 million to improve its money-laundering prevention policies.

SCB and HSBC join a list of other foreign banks operating in the U.S. (including Credit Suisse, Barclays and Lloyds) that have made payments to settle allegations of BSA/AML violations since 2009.

These recent settlements serve as an important reminder that foreign banks with U.S. subsidiaries are subject to U.S. laws and regulations, including BSA/AML regulations, and that violations of such laws are treated very seriously. The settlements also demonstrate that it is imperative for all financial institutions subject to U.S. law to develop and effectively implement a robust BSA/AML compliance program.

A public statement by OFAC regarding the SCB settlement can be found here:

Public statements by federal regulators concerning the HSBC settlement can be found here:

Blanchiment d'argent : 4,7 millions d'euros d'amende pour HSBC

Le Monde.fr avec AFP | 17.12.2012 à 12h17 • Mis à jour le 18.12.2012 à 09h04

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L'Argentine a infligé une amende de 30 millions de pesos, soit 4,7 millions d'euros, à la filiale argentine de la banque britannique HSBC pour ne pas avoir signalé des transactions suspectes. Ces transactions, effectuées en 2007 pour le compte d'une coopérative de boulangers (Asociacion Mutual de Panaderos Unidos delTercer Milenio) et d'un montant de plus de 15 millions de pesos, soit 2,3 millions d'euros, ont été qualifiées par les autorités argentines d'"opération de blanchiment"dans un communiqué diffusé dimanche 16 décembre.

Elles y relèvent notamment que le niveau très élevé de cette somme aurait dûalerter la banque, HSBC Bank Argentina SA. "Le montant des transactions qui ont fait l'objet d'une enquête était de 5 800 % supérieur au montant total des revenus déclarés par la coopérative pour les années 2005 et 2006", a écrit l'organisme de surveillance financière argentin (UIF), qui dépend du ministère de la justice.

"DÉFAILLANCES"

Cette amende intervient près celle que HSBC a accepté de payer la semaine dernière – d'un montant record de 1,46 milliard d'euros – pour mettre fin à des poursuites aux Etats-Unis, où elle était, entre autres, accusée de complicité de blanchiment au profit de trafiquants, de terroristes et de l'Iran.

La banque avait reconnu en juillet des "défaillances" et présenté publiquement ses excuses devant une commission d'enquête du Sénat américain pour avoirmanqué de vigilance face à de possibles opérations de blanchiment d'argent.

Lire : Lutte antiblanchiment : HSBC reconnaît des 'défaillances'

Selon des documents de justice américains, la banque aurait toutefois agi"intentionnellement et en toute connaissance de cause" en relâchant ses contrôles sur des pays à risque ou en "facilitant" des transactions avec des pays placés sur la liste noire des Etats-Unis, dont l'Iran, la Birmanie ou Cuba. Elle aurait également contrôlé "insuffisamment" plus de 509 milliards d'euros de fonds en provenance du Mexique, en dépit de soupçons de blanchiment d'argent de la drogue.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

HSBC pagará multa recorde de US$1,9 bi para encerrar investigação

HSBC AML Compliance11 Dez (Reuters) - O HSBC Holdings aceitou desembolsar 1,92 bilhão de dólares --a maior multa já paga por um banco-- para encerrar uma longa investigação criminal nos Estados Unidos sobre erros envolvendo lavagem de dinheiro na instituição britânica.
O HSBC admitiu a quebra de controles e se desculpou em um comunicado nesta terça-feira, anunciando que chegou a um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, conforme antecipado pela Reuters na semana passada.
"Admitimos a responsabilidade por nossos erros passados. Temos afirmado que sentimos profundamente por eles, e o fazemos novamente. O HSBC de hoje é uma organização fundamentalmente diferente daquela que cometeu tais erros", afirmou o presidente-executivo do banco, Stuart Gulliver.
"Nos últimos dois anos, sob nova liderança, estamos tomando passos concretos para corrigir o que foi feito errado e para atuar ativamente junto com autoridades do governo para esclarecer e solucionar esses problemas", acrescentou.
O HSBC disse ainda que espera chegar a um acordo também com o órgão regulador britânico (Financial Services Authority, em inglês).
Bancos norte-americanos e europeus têm agora acordos firmados com reguladores dos EUA que totalizam cerca de 5 bilhões de dólares nos últimos anos, relacionados a violação de normas locais e falha em supervisionar transações ilegais.
(Por Carrick Mollenkamp e Brett Wolf)


HSBC fecha acordo de US$ 1,9 bi com EUA para evitar processo

HSBC OFAC SANCTIONSDo Portal Terra.
O banco HSBC, com sede no Reino Unido, entrou em acordo para pagar uma multa de aproximadamente US$ 1,9 bilhão ao governo dos Estados Unidos e encerrar uma investigação de quase quatro anos por suposta permissividade com criminosos de todo mundo, que teriam empregado os serviços da instituição para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas internacional para financiamento de atividades terroristas.
O acordo deve ser oficializado nesta terça-feira, confirmou nesta terça-feira a entidade. "O HSBC concluiu um acordo com as autoridades americanas nas investigações relacionadas a infrações das leis sobre as sanções e a luta contra a lavagem de dinheiro", afirma um comunicado do banco. "Aceitamos a responsabilidade por nossos erros passados. Dissemos que sentimos profundamente por eles e nos desculpamos de novo", afirmou hoje o executivo-chefe do grupo, Stuart Gulliver.
O Senado americano acusou a direção do HSBC de deixar de tomar as medidas necessárias para evitar que o banco fosse usado, apesar de ter indícios consideráveis, por narcotraficantes mexicanos para transferir fundos para os Estados Unidos, por exemplo. Entre outras acusações, de acordo com relatório divulgado em julho, o HSBC não agiu contra bancos sauditas relacionados com grupos terroristas, ou contra cidadãos iranianos que buscavam contornar as sanções impostas por Washington ao país do Oriente Médio.
Tanto as autoridades federais como estaduais - o banco opera no país em Nova York -, teriam decidido não entrar com acusações criminais contra o banco para não desestabilizar uma das maiores instituições financeiras do mundo. O acordo também foi confirmado por fontes do jornal The Wall Street Journal.
O New York Times aponta ainda que, apesar de uma grande vitória do governo, o acordo levanta uma dúvida em relação a instituições que, de tão grandes e interligadas com outras, ficam livres de serem indiciadas. O periódico lembra o caso do banco Lehman Brothers, cuja falência há quatro anos quase derrubou o sistema financeiro do país.
Do total da multa, mais de US$ 1,2 bilhão deve ser pago ao Executivo por conta do acordo para evitar o processo. O restante, cerca de US$ 650 milhões, será destinado a multas na esfera civil. Como parte do acordo, o HSBC deve fortalecer seus controles internos e "ficar fora de problemas", segundo uma fonte do The New York Times, por cinco anos. Se o banco infringir novamente as regras impostas, o Departamento de Justiça pode reabrir o processo.
Rob Sherman, porta-voz da instituição financeira, afirmou que estão cooperando com as autoridades na investigação, mas acrescentou que a natureza das conversas entre as partes são confidenciais. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos e o escritório da Procuradoria de Manhattan (Nova York) se recusaram a comentar o caso. O acordo alcançado entre o banco e as autoridades federais de Justiça e do Tesouro, assim como com o escritório da Promotoria de Manhattan, representa um valor recorde neste tipo de pacto.
A confirmação do HSBC se soma ao anúncio feito hoje de que outro banco britânico, o Standard Chartered, pagará uma segunda multa de US$ 327 milhões por ter escondido das autoridades reguladoras americanas durante anos milhares de transações com entidades iranianas submissas a sanções econômicas nos EUA. Em agosto, o Standard já concordara em pagar uma multa de US$ 340 milhões por ocultar mais de 60 mil transações com empresas iranianas avaliadas em pelo menos US$ 250 bilhões.
Com informações das agências AFP e EFE
HSBC Sanctions
Pictures sources: http://theicebergfestival.ca/gallery/
















segunda-feira, 5 de novembro de 2012

HSBC’s money laundering fines to top US$1.5-billion, criminal charges likely

From Financial Post  © Thomson Reuters 2012

Steve Slater and Matt Scuffham, Reuters | Nov 5, 2012 7:53 AM ET
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Reuters

The report undoubtedly caused considerable reputational damage to HSBC. The extent to which that has resulted in loss of business is hard to measure, but it has undoubtedly damaged our brand

LONDON — A U.S. fine for anti-money laundering rule breaches could cost HSBC significantly more than US$1.5 billion and is likely to lead to criminal charges, Europe’s biggest bank said on Monday.

HSBC said the U.S. investigation had damaged the bank’s reputation and forced it to set aside a further US$800 million to cover a potential fine for breaches in anti-money laundering controls in Mexico, adding to US$700 million put aside in July.

“It could be significantly higher,” Chief Executive Stuart Gulliver told reporters on a conference call, saying the latest provision was based on discussions with the various U.S. authorities involved in the probe.

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The timing of any settlement is in the hands of regulators and is likely to involve the filing of corporate criminal and civil charges, the bank said.

A U.S. Senate report in July slammed HSBC for letting clients shift potentially illicit funds from countries such as Mexico, Iran, the Cayman Islands, Saudi Arabia and Syria. HSBC had warned earlier in the year it could face criminal or civil charges as part of the investigation.

The London-based bank has said the issue was “shameful and embarrassing” after the report criticised a “pervasively polluted” culture at the bank and said HSBC’s Mexican operations had moved US$7 billion into its U.S. operations between 2007 and 2008.

“The report undoubtedly caused considerable reputational damage to HSBC. The extent to which that has resulted in loss of business is hard to measure, but it has undoubtedly damaged our brand,” Gulliver said.

He said a number of staff had left the firm as a result of the investigation and a number had had pay clawed back.

Shares in HSBC were down 1.4% at 617.5 pence by 1130 GMT, slightly weaker than a fall in the European bank index.

“The money laundering provision is a concern, particularly given the uncertainty on what the final figure might be,” said Richard Hunter, head of equities at stockbroker Hargreaves Lansdown.

The issue is another blow for the reputation of British banks, after rival Barclays was fined US$450 million in June for rigging Libor interest rates and the industry has had to set aside more than 12 billion pounds to compensate UK customers for mis-selling insurance products.

Gulliver said it would take time to clean up the mess.

“There’s a whole series of things that came from probably a decade in the 2000 to 2008-09 period that have surfaced now that the industry needs to sort out, remediate, and make sure doesn’t happen again.

”It will take a chunk of time to clean the system and then it will take a little bit longer than that for trust to be restored more fully,“ he said, adding that it was his job to get HSBC back to a position ”where it’s regarded as the best of the bunch“.

HSBC Chairman Douglas Flint will appear before UK lawmakers investigating culture and standards later on Monday. He will be quizzed alongside new Barclays CEO Antony Jenkins and Santander UK boss Ana Botin at 1600 GMT.

COST CUTS, JOB CUTS

HSBC reported an underlying profit – after stripping out the impact of disposals and changes in the value of its own debt – in the July-September quarter of US$5.0 billion, up from a revised US$2.2 billion a year earlier.

It was helped by a bigger-than-expected drop in losses from bad debts and a solid performance by its investment bank arm.

Underlying operating expenses rose by 16% during the quarter from a year ago due to higher compliance and regulatory costs, which the bank said amounted to US$200 million to US$300 million.

Gulliver is well into a three-year restructuring plan to streamline the bank and he said he expects to surpass his target of cutting annual costs by US$3.5 billion, after driving through US$3.1 billion of savings already.

But subdued revenue growth and the higher compliance costs left its underlying cost/income ratio at 63.7% in the third quarter, well above his 48-52% target. Gulliver admitted hitting that was ”proving challenging“, but said he remained committed to delivering it by the end of 2013.

HSBC took another US$357 million charge for mis-selling payment protection insurance in Britain, lifting the total amount set aside to US$2.1 billion. The bank said it paid out US$1 billion in compensation.

Gulliver said more job cuts were likely before the end of 2013 at his bank, whose origins date back to 1865 as a financier of trade between Europe and Asia and operates in 84 countries.

HSBC has cut almost 30,000 jobs in the last two years – close to what Gulliver had predicted under his revamp – although about half of those have been due to disposals. ”In terms of the organic reduction, there’s still some way to go,“ he said.

He has sold or closed 41 businesses as part of that plan, including including selling its U.S. credit card arm and half of its U.S. branches, and said he was about three quarters of the way through that plan.

© Thomson Reuters 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Lumturo Strigo Compliance Consulting.

LIGHTHOUSE TO COMPLIANCELumturo significa Farol em Esperanto e Strigo, Coruja. Ambos, símbolos de Compliance. Lumturo por dar a direção, ser guia nas melhores práticas e na tomada de decisão da alta administração. Strigo por ser símbolo da sabedoria, do conhecimento, da sagacidade e visão apurada. Lumturo Strigo, significa Farol da Coruja.  A Lumturo Strigo Compliance Consulting surgiu a partir de uma necessidade pessoal do Sr. Fabio de Freitas de conhecer e se aprofundar nos modelos de gestão responsável e de Governança Corporativa.Suas indagações acerca da Ética nos Negócios a partir de seus estudos de Economia e Ética na Faculdade de Economia da Pontifícia   Universidade Católica de São Paulo, levaram-no primeiramente em direção ao Mundo das Microfinanças. Não obstante seu empenho na divulgação e  debate das microfinanças no Brasil, notou que havia limitações de cunho regulatório aumentando enormemente os custos do dinheiro para esse segmento. No mesmo tempo em que buscava uma via legal para redução dos custos do microcrédito, foi convidado a exercer a Função de Analista de Operações Sênior no Banco Commercial investment Trust do Brasil, filial brasileira do CIT Group Inc. onde realizou os procedimentos investigativos de AML Compliance (Anti-Lavagem de Dinheiro), por meio de processos investigativos KYC (Know your Customer) e EDD (Enhanced Due Diligence) mantendo a instituição em Complaince, tanto com os órgãos reguladores dos EUA como o OFAC ( Office of Foreign Assets Control), BSA Bank Secrency Act, quanto com os do Brasil, Banco Central, CVM e AMBIMA. Tendo recebido formação especializada para tais procedimentos, continua destinando esforços  e tempo no estudo e compreensão das diferentes legislações brasileiras, norte americanas e canadenses, bem como estudos de modelos de  mitigação de riscos, metodologia COSO, SOX e Comités de Basiléia. No intuito de unir informações e  estabelecer forte relação com as diferentes Leis, normas e processos, criou este portal a fim de facilitar seus trabalhos e estudos de casos.
O Sr. Fabio, está à disposição do mercado para contribuir com a criação e manutenção de processos de Compliance em instituições financeiras, tanto do Brasil quando do exterior.
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quarta-feira, 18 de julho de 2012

Lutte antiblanchiment : HSBC reconnaît des "défaillances"

Do Le monde Le Monde.fr avec AFP | 18.07.2012 à 06h26 • Mis à jour le 18.07.2012 à 09h19

AML Money LauderingLe géant bancaire britannique HSBC a reconnu des "défaillances" et a présenté publiquement ses excuses mardi 18 juillet devant le Sénat américain pour avoirmanqué de vigilance face à de possibles opérations de blanchiment d'argent.

"Nous présentons nos excuses quant au fait que la HSBC n'a pas été à la hauteur des attentes de nos régulateurs, de nos clients, de nos employés et des citoyens", a affirmé devant une commission sénatoriale Irene Dorner, présidente de HBUS, la filiale américaine de HSBC. Ce non-respect des réglementations "est inacceptable", a-t-elle ajouté devant la commission d'enquête du Sénat liée à la sécurité intérieure, qui a publié un rapport accablant sur les pratiques de la banque.

Le responsable du respect des réglementations chez HSBC, David Bagley, a annoncé en pleine audition sa démission en reconnaissant qu'il y a eu des"domaines dans lesquels nous avons connu des défaillances significatives". Selon le rapport des sénateurs, la banque a fait prendre des risques au système financier américain en l'exposant à de possibles activités de blanchiment d'argent lié au trafic de drogue ou au financement du terrorisme dans les années 2000.

La mise au jour de ces pratiques intervient au moment où le scandale des manipulations du Libor, le taux interbancaire offert à Londres, prend de plus en plus d'ampleur dans le monde de la finance. Le rapport de la commission d'enquête du Sénat a souligné de "graves carences" dans le système antiblanchiment de HBUS, qui n'a pas réussi, selon les parlementaires, à surveillerde façon efficace les activités suspectes.

TRANSACTIONS SECRÈTES AVEC L'IRAN

L'audition de mardi a par exemple souligné que la banque avait réalisé 16 milliards de dollars de transactions secrètes avec l'Iran sur une période de six ans. Les responsables de la banque étaient au courant des "transactions secrètes avec l'Iran" – dont la documentation ne mentionnait aucun lien avec ce pays – depuis 2001 et jusqu'en 2007, pour un total de 25 000 opérations, selon le document parlementaire de 335 pages.

Les Etats-Unis interdisent les relations commerciales et financières avec l'Iran, laCorée du Nord ou encore le Soudan. Le sénateur démocrate Carl Levin, qui préside la commission, a qualifié de "choquantes" les manipulations de la banque et a déploré le fait que les responsables de la banque "savaient ce qui se passait, mais ont permis à cette pratique trompeuse de continuer".

Par ailleurs, selon des éléments du rapport mis en avant par la commission dès lundi, la banque a exposé le système financier américain à de possibles opérations de blanchiment de l'argent de la drogue des cartels mexicains. La filiale mexicaine a ainsi transféré un montant de 7 milliards de dollars vers HBUS entre 2007 et 2008. HBUS a également entretenu des relations financières avec des établissements bancaires soupçonnés de liens avec des organisations terroristes présumées. Le rapport cite à cet égard la banque saoudienne Al Rajhi Bank.

Le document souligne aussi que le géant bancaire britannique a aidé à écouler un montant de 290 millions de dollars en chèques de voyage émis par une banque japonaise au bénéfice de ressortissants russes qui prétendaient travailler dans les voitures d'occasion. HBUS possède 470 agences aux Etats-Unis et fournit desservices à environ 1 200 autres banques, dont 80 filiales.

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