Gouvernance, Risques et Conformité * Governance, Risk & Compliance * Governança, Risco e Compliance * Lutte contre les crimes économiques.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Cuidado, Diligência é o Compliance do seu bolso.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Lumturo Strigo firma parceria com uma das maiores Comunidades de Governança, Risco e Compliance do Mundo.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Lumturo Strigo: Um novo jeito de olhar Compliance
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Empresas admitem falha em sua governança corporativa
Brasil Econômico - Natália Flach | 07/01/2013 20:42:22
Mais de 80% de 54 grandes companhias brasileiras dizem estar longe do ideal; 59% não têm comitê de riscos, segundo pesquisa
As empresas brasileiras já são capazes de identificar os riscos que correm, mas ainda têm dificuldade para monitorá-los. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Deloitte — divulgada ao Brasil Econômico com exclusividade — com 54 companhias, sendo que mais da metade com faturamento acima de R$ 1 bilhão. De acordo com a pesquisa, 72% dos executivos consultados apontaram o item “identificação de fatores de risco de fraude” como ótimo ou bom, mas sobre “definição clara dos indicadores de riscos” 61% assinalaram o tema como “irregular”, “insuficiente” ou que “nem conhecem”.
Quando o assunto é governança corporativa, 83% das empresas ouvidas avaliam que ainda não estão em um estágio ideal e 59% não possuem um comitê direcionado para o gerenciamento de riscos. “Falta capacitação profissional para saber exatamente o que gerir, controlar e monitorar”, diz Alex Borges, sócio da consultoria da Deloitte e especialista em gestão de risco.
Segundo o executivo, as empresas de capital aberto lideram esse movimento de profissionalização e criação de comitês. “Mas as companhias familiares estão indo pelo mesmo caminho. Isso porque muitas delas tiveram perdas inesperadas e estão agora atentas ao atendimento a regulamentações internacionais e nacionais.”
Falta maturidade
Borges explica que as avaliações ainda são muito baseadas em julgamentos. “Esta é a diferença entre a maturidade das companhias brasileiras e as internacionais”, diz. “Demora de três a seis meses para conseguir montar um processo capaz de fazer a identificação dos riscos e, para ter avaliação e monitoramento, leva dois ou três anos.”
Segundo o levantamento, os maiores objetivos com a implantação e fortalecimento do gerenciamento de riscos são: mensurar os riscos da empresa; gerar e preservar valor para os acionistas, estar integrado às estratégias da organização e aos procedimentos de governança corporativa. Ainda de acordo com a pesquisa, 72% dos executivos disseram que aumentou o interesse pelo desenvolvimento de atividades de gestão de riscos em relação a 2011. O principal motivo é a intenção em aprimorar e integrar diversos aspectos de gestão da empresa. Mas apenas 26% dos respondentes informaram que a área de gestão de riscos está muito integrada às demais áreas da empresa. Isso mostra que os funcionários da área ou da função precisam demonstrar os benefícios e o valor desse gerenciamento, agregado de forma a auxiliar e integrar as funções de gestão de riscos existentes nas empresas.
O levantamento aponta ainda que o principal patrocinador das iniciativas de gestão de riscos nas empresas é o presidente (com 23%), seguido do diretor de auditoria interna (19%). Para se ter ideia da importância do assunto no exterior, mais de 75% dos executivos entrevistados nos Estados Unidos responderam que a gestão de riscos mudou em suas empresas devido à volatilidade do mercado nos últimos três anos.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Sistema unificado dos cartórios vai evitar lavagem de dinheiro
Edição do dia 02/01/2013 02/01/2013 21h18 - Atualizado em 02/01/2013 21h18 JN
A partir desta quarta-feira (2), os oito mil cartórios de notas do país são obrigados a incluir todas as escrituras e procurações em uma central de dados compartilhados pelas autoridades.
Começou a funcionar nesta quarta-feira (2), nos cartórios de todo o país, um sistema unificado que vai permitir troca de informações e assim evitar transações fraudulentas e lavagem de dinheiro.
Comprou um imóvel e fez a escritura? Agora, a polícia, o Ministério Público e a Justiça em todo Brasil vão ter acesso a essas informações pela internet. A partir desta quarta-feira (2), os oito mil cartórios de notas do país são obrigados a incluir todas as escrituras e procurações na Censec, uma central de dados compartilhados pelas autoridades.
O sistema já funcionava em São Paulo e foi estendido para os outros estados por determinação do Conselho Nacional de Justiça.
Os cartórios terão mais quatro anos para incluir os dados das escrituras e procurações antigas, feitas a partir de 2006. Um sistema como esse já existe em países como Espanha e Itália. No Brasil, ele faz parte da estratégia nacional de combate à corrupção e à lavagem de dinheiro.
Agora, vai ficar mais fácil detectar esses crimes. Imagine um fraudador que compra um imóvel em São Paulo para lavar dinheiro. Como a origem dos recursos é ilegal, ele faz a escritura no nome de um terceiro, um laranja. Em outro estado, Amazonas por exemplo, o laranja faz uma procuração que dá ao fraudador o direito de vender o imóvel. Antes do sistema, se procurasse os cartórios de São Paulo, a Justiça não saberia da procuração nem do fraudador. Agora, o juiz vai saber que ele participou do negócio. Basta uma pesquisa no computador com o nome, o CPF ou o RG do criminoso.
Ubiratan Guimarães, presidente do Conselho Colégio Notarial do Brasil explica: “A punição sempre vem depois de se fazer uma investigação bem feita. Quando não se pode investigar adequadamente a existência do crime, a punição fica mais difícil. Através da pesquisa dos atos praticados nos cartórios de notas a punição poderá ser muita mais efetiva”.
Para combater os crimes, o governo também vai instalar este ano mais doze laboratórios de tecnologia contra lavagem de dinheiro. Hoje, são 16. Com autorização da Justiça, funcionários cruzam ligações telefônicas e transferências bancárias de suspeitos. Desde 2008, já foram identificados R$ 17 bilhões de origem ilegal.
“Nossas estruturas do estado têm tido mais condições de identificar esses montantes de lavagem de dinheiro e também dessas práticas que atingem o erário público fazendo com que essas ações se tornem mais visíveis e o próprio sistema de justiça tenha mais possibilidade de condenações”, diz Paulo Abrão, secretário Nacional de Justiça.
Picture Source: Google Search.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Risk Management Resolutions for 2013
Susan Palm DEC 28, 2012 9:00am ET AMRICAN BANKER
In the last few years, this notion of risk has taken center stage.
Today, risk is marked by increasing complexity and velocity, and in light of our mobile, social and big-data landscape, there is urgency around proactively identifying and managing risk. As such, organizations are reassessing fundamental risk management strategies and best practices needed to create and sustain a thriving business.
Risks today are interconnected and horizontal, running across departments and business units. In conversations with CEOs, board members and banking executives, there are a few key overlapping risk areas that are most top of mind going into 2013.
Strategic risk is more connected to compliance risk. New regulations are impacting how banks make money and develop products. There are complexities resulting from the Durbin Amendment, new capital requirements under Basel III and increasing costs associated with understanding and adhering to the expansive Dodd-Frank rules. The demand for mobile payment products exists, but the uncertainty around consumer compliance and vendor governance creates additional hurdles and costs. Product development lifecycles expand as banks take time to review and understand existing and expected rules.
Compliance risk is complex. "Fair lending" requirements seem to impact most products offered by banks. Every loan, every overdraft and every mortgage default resolution requires a fresh eye.
Reputational risks are increasingly linked to operational missteps and compliance violations, civil money penalties and fines. Thanks to social media, pervasive content sharing and strong opinions are the new norm. Smartphones, real-time newsfeeds and geo-located review sites enable stakeholders to publish content that can put entire organizations – or individual employees – in the hot seat. Compliance violations are headline news and penalties can impact earnings.
Operational risk is unavoidable. A greater reliance on vendors and third-parties, and a vulnerable IT environment (as witnessed by recent distributed denial-of-service attacks), means that banks no longer have complete control of their business operations.
Prior to the financial crisis, banks were encouraged to take risks and the government promised to insure their deposits and act as the last resort lender. Elijah Brewer, professor of Finance at DePaul University and former economist at the Federal Reserve of Chicago shared with me some facts he presented at Lawrence University in October 2012: Research shows that roughly 60% of financial firms' liabilities worth an estimated $25 trillion had access to some type (explicit or implicit) of government safety net at the end of 2009. This kind of support for bankers can distort their incentives, and could cause banks to take excessive risks in their loan portfolios. It is this type of behavior that resulted in the probability of default among subprime lenders reaching alarmingly high levels from 2007-2009.
Since then, the government has responded swiftly, raising lending standards and capital requirements. Furthermore, banks have broadened their focus to assess the quality of a customer's underlying assets before approving loans. According to a 2012 research paper written by Minh Nguyen, macroeconomic researcher at Lawrence University, "Lending standards and the corresponding screening process have gotten stricter, and therefore credit risk is likely on the decline." As a result of scrutiny from their boards, a tighter review process and more frequent loan reviews, most banks have a better handle on their credit risk going into 2013.
When it comes to New Year's resolutions, there are plenty of best practices to consider. Some of the most successful banks are rethinking their approach to risk management and have defined their business processes and linked them to risks, controls, policies and even their vendors. This helps ensure that stakeholders can collaborate to assess the impact of key risks on broader business objectives. Successful banks are also focusing on education and employee training courses.
Additionally, successful banks are establishing a formal enterprise risk management department that creates frameworks and processes to routinely assess risk, ensure continuous monitoring and provide "enterprise-level" reporting to management and the board. The EVP of Enterprise Risk is emerging as a key role, but more than ever, banks are looking to every single employee as a risk owner acting as the first line of defense.
Audit departments are also tying resources to real risk exposures, and audit plans themselves are becoming risk-based, not calendar-based. Auditors are also moving away from merely executing audit-related tasks to analyzing trends and connecting the dots.
Lastly, successful banks are tying compensation to risk management by establishing performance scorecards that allocate 10%+ of variable compensation to metrics around audit findings, repeat findings, closed issues, risk self-assessments and scheduled control testing.
No doubt the uncertainties facing banks will continue, and risk management will continue to require more innovation, more resources and more qualified people.
Susan Palm is vice president of industry solutions for MetricStream, a provider of enterprisewide governance, risk, compliance and quality management solutions.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
10 Biggest Banking Scandals Of 2012
Halah Touryalai, Forbes Staff 12/27/2012 @ 11:39PM
Jamie Dimon, chairman of the board, president and CEO of JPMorgan Chase & Co. testifies before a US Senate Banking Committee full committee hearing on 'A Breakdown in Risk Management: What Went Wrong at JPMorgan Chase?'
No year would feel complete without a few high-profile financial scandals.
It’s been just fours years since the financial crisis hit yet there’s been no shortage of bad behavior among the world’s powerful money men and women since then.
Libor Scandal Just Took A Nasty Turn,
Know Your Financial Scandals: Libor, Peregrine And The London Whale
This year’s financial scandals and trouble makers resulted in billions lost and included a too-big-to-fail bank, a small Iowa-based futures brokerage and a once boring benchmark rate that is suddenly at the center of a massive, global investigation. Criminal charges and prosecutions were few and far between but that’s not anything new for the industry. Many of these scandals ended like many before it-with a monetary settlement.
1.First up is perhaps the biggest financial scandal this year. It stemmed from the nation’s biggest and arguably safest bank, JPMorgan Chase. In May chief executive and Wall Street poster boy Jamie Dimon revealed that his bank had suffered a massive trading loss initially reported to be $2 billion. That $2 billion turned into roughly $5.8 billion loss.
While there was no wrongdoing at hand Dimon did find himself front and center testifying not once but twice before members of Congress. His long-time, trusted CIO Ina Drew lost her job amid the loss as well as a handful of other executives. The trading mess left JPM with billions less but perhaps more significantly put a mark on Dimon’s previously stellar reputation.
2. The Libor manipulation scandal was the year’s most far-reaching, hitting dozens of banks across the U.S. and Europe. This summer Barclays was the first bank to settle allegations that it manipulated the London Interbank Offered Rate–a benchmark rate tied to hundreds of trillions of dollars worth of financial contracts and derivatives.
Robert E Diamond, former Barclays CEO, lost his job after the bank paid $450 million for its role in Libor-rigging.
Barclays paid up $450 million and American CEO Bob Diamond lost his job over the matter after regulators lost their faith in him.
There’s plenty more where that came from as over a dozen other banks are under investigation for their own role in Libor rate-rigging.
3. UBS learned that the hard way last week when it paid a jaw-dropping $1.5 billion to settle Libor allegations. The Swiss bank admitted its wrongdoing and some of its former traders were arrested in Europe as a part of the investigation.
The UBS settlement doesn’t bode well for the remaining banks under investigation. Why? The charges made against UBS show the bank not only manipulated the Libor rate to make itself look healthier to outsiders but also, and perhaps more often, to make money by apparently colluding with other banks. From a regulator’s perspective that’s a lot worse than lying a bit to appear in better condition.
4. The UBS settlement amount was only outdone by the one paid by HSBC just a week prior. The British bank paid a record $1.9 billion to UK and U.S. regulators over money laundering. More specifically, HSBC settled charges that its lax money-laundering policies allowed billions in Mexican drug money and Iranian terrorist money to be transferred into the U.S. financial system.
5. That wasn’t the only money laundering settlement this year. Standard Chartered, a UK bank, paid $327 million to U.S. regulators in December over alleged illegal transactions with Iran, Sudan, Libya, and Burma. The countries are all subject to U.S. sanction and the U.S. Department of Justice and Federal Reserve say Standard Chartered Bank moved millions of dollars between 2001 and 2007 illegally through the U.S. financial system on behalf of Iranian, Sudanese, Libyan and Burmese entities.
Earlier this year in August, Standard Chartered paid $340 million to a New York state regulator over similar allegations. The NY Department of Financial Services said the British bank schemed with the Iranian government for nearly a decade, reaping hundreds of millions of dollars in fees through thousands of secret transactions involving $250 billion.
6. Back at UBS the scandals keep rolling. Late last year UBS disclosed one of its traders had gone rogue and lost the bank over $2 billion as a result. According to documents Kweku Adoboli’s bets exposed the bank to $12 billion in losses even though his unit was only authorized to risk $100 million intra-day and $50 million overnight. He was found guilty on two counts of fraud in November after a 10-week trial.
7. Not all scandals involved billions of dollars. A small futures brokerage firm in Iowa went under after its CEO allegedly engaged in fraud losing over $215 million of client money.
CEO Russell Wasendorf Sr. was indicted by federal prosecutors who say he submitted false information for his U.S. futures and currency brokerage firm. Wasendorf pleaded not guilty even though last month he confessed in a suicide note that he had been using fake bank statements to embezzle millions of dollars from customers.
8. A larger brokerage firm faced another type of mess. Market-maker Knight Capital Group this summer suffered a $440 million loss after a problem with its trading system resulted in unwanted securities purchases. The loss forced it to be saved by outside investors including TD Ameritrade, Blackstone and Jefferies.
It ended up selling itself to one of its investors, Getco, for $3.75 a share. Knight shares were trading around $10 before the trading screw-up.
9. Insider trading has been a big focus for regulators over the last year. The prosecution of former hedge fund titan Raj Rajaratnam over illicit profits he made on inside information also shined a spotlight on one of his informants. Rajat Gupta, a former Goldman Sachs director, was fined $5 million and jailed for two years for sharing inside information with Rajaratnam. Among the secret information was a $5 billion investment Warren Buffett would make in Goldman Sachs amid the 2008 financial crisis.
10. Prosecutors have been circling billionaire hedge fund manager Steven Cohen and his firm, SAC Capital, for quite some time. In recent weeks it appears they’ve been getting closer in their attempt to take him down.
A former portfolio manager at an affiliate of SAC Capital Advisors was indicted this month for allegedly trading on inside information. Mathew Martoma worked for a unit of SAC and according to documents his inside information was apparently used by Cohen–though he isn’t named in any of the prosecution’s documents.
It won’t be the last we hear of Cohen, SAC and the regulators. After all, 2013 is just around the corner and will require its share of financial scandals.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Regras de prevenção à lavagem de dinheiro são publicadas
Do G1
Resolução também têm regras para coibir financiamento do terrorismo. Normas começam a valer a partir de março de 2013.
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) publicou nesta sexta-feira (21), no "Diário Oficial da União", regras de prevenção ao crime de lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. A resolução entra em vigor em março de 2013.
Em julho, foi sancionada a lei que reforça o combate ao crime de lavagem de dinheiro, que determina que recursos obtidos por meio de qualquer infração penal e ocultados serão considerados ilegais. A punição prevista continua sendo de 3 a 10 anos de prisão e a multa, que antes chegava a no máximo R$ 200 mil, poderá alcançar R$ 20 milhões.
A resolução publicada nesta sexta determina que empresas de qualquer modalidade devem observar as normas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, que estabelecem, principalmente, procedimentos e controles de identificação de negócios e operações realizadas que envolvam compra ou venda de bens ou prestação de serviços.
saiba mais
Para isso, empresas devem adotar diversos procedimentos, entre eles a identificação e a realização de diligência para a qualificação dos clientes e demais envolvidos em operações realizadas; a obtenção de informações sobre o propósito e a natureza da relação de negócios; a identificação do beneficiário final das operações realizadas; a identificação de operações ou propostas de operações suspeitas.
As regras determinam que sejam considerados clientes de risco pessoas jurídicas cujo beneficiário final não puder ser identificado ou cuja identificação for difícil ou onerosa. Também é considerado de risco o cliente que for representado por terceiros ou cuja diligência não puder ser completada.
Em razão disso, a resolução determina que o contratante adote procedimentos de verificação das informações do cliente, a fim de avaliar suspeitas em propostas ou operações. Quando a identificação não for possível, o contratante deverá adotar procedimentos adicionais de verificação, principalmente se houver dúvidas quanto às informações do cadastro ou a suspeita de prática de crimes.
Donos de empresas também deverão manter registro de todos os serviços que prestarem e de todas as operações que realizarem.
O cadastro dos clientes deverá constar de informações sobre contrato social, valor do capital, tempo de existência, atividades efetivamente desenvolvidas, tempo de operação, endereço, demonstrações contábeis, instalações, quantidade de empregados, sócios, representantes e procuradores da empresa, entre outras atividades desenvolvidas, entre outros.
Os cadastros dos clientes deverão ser mantidos por cinco anos, contados do encerramento da relação contratual com o cliente.
Picture Source: http://www.flickr.com/photos/speedesign/
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
UBS traders charged, bank fined $1.5 billion in Libor scandal
Wed Dec 19, 2012 6:49pm EST
(Reuters) - U.S. prosecutors charged two formerUBS traders on Wednesday with taking part in a multi-year scheme to manipulate Libor and other benchmark interest rates, making them the first individuals to be criminally accused in the international scandal.
Earlier on Wednesday, the Swiss bank admitted to fraud and bribery in connection with efforts to rig the interest rates and agreed to pay $1.5 billion in fines to regulators in the United States, UK and Switzerland.
The charges against the two traders, Tom Hayes and Roger Darin, resulted from a broad investigation into the activities of more than a dozen banks in the setting of prices for Libor and related rates.
In settling with U.S., UK and Swiss authorities, UBS not only paid one of the largest fines ever imposed on a bank, its Japanese subsidiary pleaded guilty to one U.S. criminal count of fraud relating to manipulation of benchmark rates, including the yen Libor.
The Japanese subsidiary is where authorities allege much of the manipulation of interest rates occurred, as employees of the bank looked to profit on derivatives trades linked to the rates.
UBS is the second large international bank to reach a settlement with U.S. and UK authorities, and other settlements are expected to follow in the next few months. In June Barclays Plc agreed to pay $453 million in fines to settle allegations its employees attempted to manipulate Libor rates.
The investigation and it findings - that attempts to manipulate Libor were fairly widespread in the banking industry - have cast doubts on the reliability of Libor as a benchmark for setting interest rates. The probe has also raised questions about why bank regulators were slow to uncover the manipulation, which Reuters previously reported dated back to at least the late 1990s.
"The bank's conduct was simply astonishing," Lanny Breuer, who heads the U.S. Justice Department's criminal division, said in announcing the settlement. "Make no mistake - for UBS traders, the manipulation of Libor was about getting rich."
The Justice Department charged Hayes and Darin with conspiracy, according to a criminal complaint unsealed in U.S. district court in Manhattan on Wednesday. Hayes was also charged with wire fraud and an antitrust violation.
U.S. and UK investigators portrayed Hayes as a ringleader of sorts for UBS' manipulation of rates.
The two men are both believed to be in Europe, according to a U.S. official. Last week, British police arrested Hayes and two other men in connection with the Libor probe. The two others were Terry Farr and James Gilmour, both of whom worked at interdealer broker RP Martin.
The $1.5 billion UBS penalty is the second largest ever imposed on a bank, exceeded only by the $1.9 billion that HSBC agreed to pay to settle U.S. charges in connection with the laundering of drug cartel money.
"We deeply regret this inappropriate and unethical behavior. No amount of profit is more important than the reputation of this firm," said UBS Chief Executive Sergio Ermotti.
The criminal complaint against Hayes and Darin also detailed how some former UBS employees are cooperating in the probe, in exchange for a promise that they won't be prosecuted.
The cooperation agreements forged in the UBS case could prove useful to U.S. and UK authorities as they move against other individuals and other big banks.
U.S. prosecutors, for instance, are continuing to investigate the activities of a number of former Barclays derivatives traders based in New York who were dismissed from the bank following an internal investigation into Libor manipulation. So far, none of those former Barclays employees in the United States have been charged with wrongdoing.
Libor and related benchmarks are used to set interest rates for trillions of dollars worth of loans around the world, ranging from home loans to credit cards to complex derivatives.
Authorities said traders could benefit on their derivatives positions by nudging the prices for Libor up just small amounts, as over time the payoffs added up. Already a number of civil lawsuits have been filed in the U.S. by institutional investors claiming they were harmed on trades because of the interest rate rigging.
'NORMAL BUSINESS PRACTICE'
In legal filings, Britain's Financial Services Authority (FSA) said UBS staff made "corrupt" payments to reward brokers for helping to manipulate rates - expanding the scandal to include bribery.
It said attempts to manipulate Libor and Euribor, its European equivalent, were so widespread that every submission UBS made over a six-year period from 2005 to 2010 was suspect.
At least 45 people at UBS were involved in the rigging, which was discussed in internal chat forums and group emails but never detected by compliance staff, despite five audits.
The FSA said a wide pool of people within UBS considered the manipulation to be a "normal business practice."
In addition to traders trying to move the Libor rate up or down to make money for themselves, senior managers at the Swiss bank directed dealers to keep Libor submissions low during the financial crisis to make the bank look stronger.
Documents filed by the FSA did not reveal the names of individual participants, but a source familiar with the matter identified Hayes as the FSA's "Trader A," who the regulator said "embarked on a coordinated campaign" to influence the yen Libor rate.
In 2006 Hayes told a junior submitter at UBS that he "generally coordinate" with Darin and "skew the libors a bit."
In early 2007, Darin trained another junior submitter and told him the primary consideration for UBS's yen Libor submissions was the requests from Hayes and other UBS traders
The extent of the wrongdoing was highlighted in a series of emails released by the FSA. The exchanges may indicate how traders and brokers conspired to rig the rate while adopting nicknames such as "Captain Caos," (sic) and calling each other "superman," "hero" or "the three muscateers (sic)."
In one email, Trader A (Hayes) wrote to a broker, urging him to keep the six-month yen Libor rate unchanged on the day.
Traders paid brokers as much as 15,000 pounds ($24,000) a quarter for their help in rigging the rates.
It is the first time that brokers have been accused of taking bribes to aid the manipulation. ICAP, the world's largest interdealer broker, and rival RP Martin have suspended employees in connection with the probe.
Until the rate-rigging scandal broke, Libor had been ignored by regulators and left to the banks to police. From next year, Britain's FSA will oversee it as part of a major overhaul.
The steep fine for UBS comes even as the bank has cooperated with law-enforcement agencies. The bank said it received conditional immunity from some regulators.
The investigation into UBS's trading shows that the manipulation of the benchmark rates and illicit trading took place over a much longer time period than previously thought with the improper requests extending into June 2010, according to the UBS settlement with the Justice Department.
'UNACCEPTABLE BEHAVIOR'
UBS will pay $1.2 billion to the Justice Department and the U.S. Commodity Futures TradingCommission, 160 million pounds to the FSA, and 59 million Swiss francs from its estimated profit to Swiss regulator Finma.
The UK penalty is the largest in the history of the FSA and more than double the 59 million pounds paid by Barclays.
UBS said the fines would widen its fourth-quarter net loss but that it would not need to raise new capital.
UBS shares fell 0.3 percent in trading on Wednesday after earlier hitting a 17-month high.
The reputational impact of the controversy may only emerge next year.
"The only thing shareholders can do is keep a very close eye on the money flows on the wealth management side," said Neil Wilkinson, portfolio manager at Royal London Asset Management.
($1 = 0.9133 Swiss francs)
(Additional reporting by the Zurich bureau and London bureau and Carrick Mollenkamp in New York and Aruna Viswanatha in Washington; Writing by Carmel Crimmins, Alex Smith and Michael Erman,; Editing by Anna Willard, Janet McBride and Jeffrey Benkoe and Matthew Goldstein)
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
HSBC pagará multa recorde de US$1,9 bi para encerrar investigação
HSBC fecha acordo de US$ 1,9 bi com EUA para evitar processo
Pictures sources: http://theicebergfestival.ca/gallery/
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Lei tenta enxugar canais de lavagem de dinheiro no Brasil
Legislação mais rígida amplia as armas à disposição das autoridades para combater a lavagem de dinheiro, no País, atividade que movimenta cerca de 2% do PIB global
O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) deve publicar em dezembro novas resoluções para os ramos da economia que foram incluídos na estratégia para desmantelar a grande lavanderia de dinheiro de fonte ilegal. Desde julho, está em vigor a Lei 12.683, que levou seis anos para ser votada pelo Congresso Nacional e atualizou a primeira legislação na área, de 1998. Pelo menos sete segmentos e suas variações, desde consultorias e auditorias, factorings, lotéricas e até comércio de joias e assessoria a atletas e eventos devem avisar sobre clientes com movimentações consideradas suspeitas.
Não há uma estatística de quanto este aparelho a serviço de criminosos movimenta, mas a estimativa mundial é de um fluxo de US$ 500 bilhões anuais, ou 2% do Produto Interno Bruto (PIB) global, o equivalente a mais de quatro vezes o PIB brasileiro. Uma cifra que parece contrariar o surrado ditado popular: o crime compensa, e muito. O Coaf, que aplica regras a setores não regulados, avalia novos procedimentos sobre como devem ser prestadas informações em negócios como venda de aviões executivos, carros de luxo, iates, obras de arte, antiguidades e animais para genética. A lista é maior.
O presidente do órgão, Antonio Augusto Rodrigues, pretende fazer algo inédito, como sua equipe (que soma apenas 40 servidores posicionados em Brasília) visitar pessoalmente empresas e profissionais obrigados agora a avisar sobre eventual suspeita de operação de lavagem. “Vamos fazer proposta de novas resoluções e depois submeter à consulta pública. Não adianta tirar o corpo fora”, previne Rodrigues, que costuma traduzir de forma singela o que deveria ser conduta óbvia. “Queremos proteger os setores para que estejam atentos e não sejam usados. É preciso conhecer o cliente.” E a linha mais dura não para. Outra ação será aplicar multa, que pode chegar a R$ 20 milhões - mais uma inovação da lei -, a quem não responder a pedidos de explicações. “Se tenho de fazer o papel de supervisão, devo ter poderes. Antes, não tinha ferramentas”, justifica Rodrigues.
Dono de uma galeria de arte contemporânea em Porto Alegre, Nicholas Bublitz espera as novas orientações para se ajustar, mas avalia que a legislação é redundante. Bublitz lembra que havia a obrigatoriedade de informar vendas acima de R$ 10 mil e principalmente quando envolve dinheiro em espécie. “Mas 99% das minhas vendas são até R$ 5 mil, raras ultrapassam R$ 10 mil. Os valores aqui são muitos mais baixos do que em mercados como São Paulo e Rio de Janeiro”, explica Bublitz. “Mas ficaremos alerta e vamos ajudar o governo se houver qualquer suspeita.”
A compra e venda de exemplares de raça para propriedades rurais já foi flagrada com negociações que sugeriram superavaliação. Um dos diretores da Trajano Silva, tradicional neste setor no Estado, Marcelo Silva, garante que a atuação local preserva a legalidade, e tudo é transacionado com notas fiscais, o que é facilmente monitorado pelo fisco. “Coloco minha mão no fogo pelos colegas leiloeiros e produtores gaúchos. Só se for empresa que começou ontem e fica atrás do toco”, ilustra Silva, em linguajar campeiro. O diretor da Trajano admite, porém, que é difícil de identificar a origem do dinheiro do comprador. “Não tenho com saber, a menos que venha com bolsa de dinheiro, o que seria suspeito.”
- Bolsas de valores, de mercadorias ou futuros e sistemas de negociação do mercado de balcão organizado.
- Pessoas físicas ou jurídicas que exerçam atividade de promoção imobiliária ou compra e venda de imóveis.
- Pessoas físicas ou jurídicas que comercializem bens de luxo ou de alto valor, intermedeiem a venda ou exerçam atividades que envolvam grande volume de dinheiro em espécie.
- Juntas comerciais e registros públicos.
- Profissionais que prestam serviços de assessoria, consultoria, contadoria, auditoria, aconselhamento ou assistência nas operações: compra e venda de imóveis, estabelecimentos comerciais e industriais ou participações societárias; gestão de fundos, valores imobiliários e outros ativos; abertura ou gestão de contas bancárias e outras aplicações; criação, exploração de sociedades como fundações, fundos fiduciários ou outros; financeiras; e alienação ou aquisição de direitos sobre contratos ligados a atividades desportivas ou artísticas profissionais.
- Pessoas físicas ou jurídicas que atuem na promoção, intermediação, comercialização, agenciamento ou negociação de direitos de transferência de atletas, artistas ou feiras, exposições e similares.
- Pessoas físicas ou empresas que vendam bens de alto valor de origem animal ou rural.
- Colocação do dinheiro no sistema econômico para ocultar a origem. O criminoso procura movimentar os valores em países com regras mais permissivas ou com sistema financeiro liberal. A colocação se efetua por meio de depósitos, compra de instrumentos negociáveis ou compra de bens. Para dificultar a identificação da procedência do dinheiro, os criminosos aplicam técnicas sofisticadas e cada vez mais dinâmicas, tais como o fracionamento dos valores que transitam pelo sistema financeiro e a utilização de estabelecimentos comerciais que usualmente trabalham com dinheiro em espécie.
- Ocultação: consiste em dificultar o rastreamento contábil dos recursos ilícitos. O objetivo é quebrar a cadeia de evidências ante a possibilidade da realização de investigações sobre a origem do dinheiro. Os criminosos buscam movimentá-lo de forma eletrônica, transferindo os ativos para contas anônimas – preferencialmente, em países amparados por lei de sigilo bancário – ou realizando depósitos em contas “fantasmas”.
- Integração: os ativos são incorporados formalmente ao sistema econômico. As organizações criminosas buscam investir em empreendimentos que facilitem suas atividades – podendo tais sociedades prestarem serviços entre si. Uma vez formada a cadeia, torna-se cada vez mais fácil legitimar o dinheiro ilegal.
Setores querem derrubar exigência no Supremo
A análise da medida da CNPL caberá ao ministro Celso de Mello. A apreciação da corte suprema é uma incógnita, pois as 23 condenações de mensaleiros por lavagem de dinheiro, no recente julgamento do mensalão, são usadas como estandartes pelas autoridades que buscam cercar os potenciais fluxos da irregularidade. O advogado da entidade Amadeo Garrido aposta no sucesso da investida e motiva mais organizações regionais a seguir o exemplo. “A lei criou uma saia justa. Como fazer isso sem poder dizer ao cliente? Viramos delatores”, argumenta Garrido, que insere a ameaça ao sigilo de dados. A CNPL estima que 10 milhões de profissionais atuem no segmento liberal, entre contadores, engenheiros, advogados e economistas. A ação pede liminar para suspender a obrigação o quanto antes, evitando, segundo o assessor, eventual prejuízo na relação com o contratante, já que o STF tem 2 mil processos para julgar. “Fico até triste diante da reação de tirar o corpo fora sem antes entender do que está se falando”, criticou o presidente do Coaf, Antonio Augusto Rodrigues.
O conselheiro da OAB-RS e professor de Direito Penal da Pucrs Rafael Canterje esclarece que o conselho quer a exclusão dos advogados. “Vamos cumprir o Estatuto da Advocacia, que prevê o sigilo profissional. A lei é inconstitucional”, sentencia Canterje, elencando que a reserva serve para proteger o cidadão. “O advogado, dentro do seu escritório, deve manter sigilo, mesmo que o cliente abra mão.” A nova regra não chega a citar o ofício do conselheiro, mas indiretamente acabou atingindo por incluir assessorias e auditorias, tarefas cada vez mais desempenhadas pelo ramo jurídico. Além disso, Canterje opõe-se ao fim de crimes antecedentes para configurar a lavagem, ao conceito de infração penal (que passa a considerar crime e contravenção) e o grau da pena (três a dez anos), acima do delito que gerou o dinheiro obtido ilicitamente. “É uma desproporção entre o crime que sujou e o que limpou”, contrasta.
Já o ramo dos contadores, que entra no mesmo rol dos demais segmentos que se dedicam a auditorias e consultorias, ou simples assessorias técnicas, aguarda uma negociação com o conselho de controle para amenizar o alcance da regra. “A lei tem assustado bastante ao impor uma responsabilidade que tem de ser seguida à risca”, observa o vice-presidente de gestão do Conselho Regional de Contabilidade (CRC-RS), Antonio Carlos de Castro Palácios. A intenção é de detalhar a que tipo de situação terá de ser fornecida informação. “Queremos fazer composição amigável antes de acionar medida judicial”, adianta Palácios. O temor do segmento é de que um contador que fez um trabalho a um cliente que entrou na mira da investigação por lavagem acabe sendo incriminado.
Lei abriu canais para fiscalização e punição
A procuradora Carla defende os avanços da nova legislação. ANTONIO PAZ/JC
O que Carla quer dizer é que a conduta ilegal passa a ter reconhecimento, que antes era dificultado por exigências de delitos anteriores. “Para existir crime, é preciso ter lei que diga. A lavagem é antiga e sempre foi usada para se livrar de bens obtidos de forma ilícita”, esmiúça a procuradora, representante do MPF na Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro (Encla). “A retirada do rol de crimes antecedentes atendeu a recomendações internacionais”, atenta o juiz José Paulo Baltazar Junior, titular da vara federal especializada em Porto Alegre e um dos maiores conhecedores dos delitos nesta área no País. Com isso, as duas autoridades tentam esvaziar a tese de OAB e CNPL sobre inconstitucionalidades.
O juiz federal também releva o sequestro de bens e valores, enquanto tramita o processo. Baltazar opina que a prisão como punição prevista no Direito Penal não seria tão efetiva contra autores da lavagem. “Faz sentido colocar na cadeia quem não cometeu crime violento?” A procuradora sugere que tirar o dinheiro que mantém o crime seria um remédio para minar a organização.
Em recente evento promovido pela OAB-RS, o delegado substituto da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros e Desvios de Recursos Públicos (Delefin) da PF gaúcha, Sergio Eduardo Busato, ouviu quieto a crítica da exigência de informações ditas sigilosas. “Querem tirar o que é o melhor da lei”, reagiu Busato. Outra vantagem da nova regra foi abrir a porta a informações, sem pedir licença judicial prévia, de contas telefônicas, provedores de internet, cartões de crédito e outras movimentações financeiras. “Ganhamos tempo. Até porque estes dados são vendidos em qualquer lugar”, reforça o titular da Delefin, José Mauro Pinto Nunes, que garante ter estrutura de investigação para usar ao máximo os dispositivos da lei.
Busato observa que a sonegação fiscal deverá ser um dos principais canais para apurar o delito. O superintendente da Receita Federal no Estado, Paulo Renato Silva da Paz, informa que qualquer movimentação incompatível, o que inclui pessoa física, será comunicada ao MPF. “Toda empresa que contabiliza o dinheiro sonegado ou obtido de outras fontes, como descaminho, tem vantagem sobre outra. Isso prejudica a livre concorrência”, atenta o delegado substituto. Mais que monitorar e controlar o recurso que deixa rastro - conceito de transação financeira - a PF agora poderá seguir valores invisíveis, ou que se materializam em imóveis em nome de amantes, laranjas ou empresas abertas pelos autores do crime. “Mas uma lei é cultural. Se houver fiscalização, funcionará”, condiciona o chefe substituto da delegacia especializada.